Na sua comunidade 📢
Siga os conselhos das autoridades de saúde. A orientação deles ajuda a proteger todos.
Certifique-se de que a informação que partilha está correcta. Verifiqueca antes de a transmitiro passar para evitar confusão e medo.
O vírus Bundibugyo pode assemelhar-se a outras doenças comuns. Se alguém tiver sintomas, dirija-se a um centro de saúde para testes e cuidados adequados.
Tratea todos com respeito. As pessoas doentes ou afectadas não devem ser culpadas ou evitadas. Isto chama-se estigma e pode impedir que as pessoas procurem ajuda.
PARTILHE ESTA INFORMAÇÃO COM OUTROS MEMBROS DA SUA COMUNIDADE PARA AJUDAR A MANTER TODOS SEGUROS 🚨
- Uma pessoa que foi aprovada pelas autoridades de saúde não pode transmitir a doença. Sobreviveram, e isso deve dar esperança.
- A família de alguém que esteve doente ou faleceu, a menos que apresente sintomas, não é perigosa. Evitá-los não ote protege, só aumenta o sofrimento deles.
- Uma criança cujo progenitor morreu devido ao vírus Bundibugyo, a menos que apresente sintomas, não está infectada. Estão de luto e precisam de cuidados e apoio. As crianças que perderam entes queridos precisam de cuidados, apoio e bondade.
- Uma criança autorizada pelas autoridades de saúde pode regressar à escola em segurança.
- Os profissionais de saúde e as equipas de resposta seguem medidas rigorosas de segurança. Eles não representam um risco para a sua família. Estão a proteger a comunidade e merecem respeito.
- As equipas de sepultamentoura ajudam a proteger as famílias. Gerem funerais com segurança, respeitando as tradições e a dignidade, para que a doença não se espalhe. Incentive os outros a deixá-los fazer o seu trabalho.
COMO RESPONDER A RUMORES E DESINFORMAÇÃO 🗣️
Ouçave primeiro. Mostrea que compreendes as preocupações das pessoas. Não os descartes. Depois, dê informações claras e corretas e repita a mensagem principal.
Abaixo ficam algumas dicas e respostas úteis para lidar com rumores e desinformação específicos:
Se ouvir: "Há uma vacina ou cura a ser impedida à nossa comunidade."
- RECONHEÇACER: "Compreendo porque é que as pessoas estão preocupadas com isto."
- CORRIJAGIR: "As vacinas e tratamentos usados para outros tipos de Ébola não funcionam para o vírus Bundibugyo. Neste momento, não existe uma vacina comprovada nem um tratamento específico para este vírus, mas os cientistas estão a trabalhar nisso.”
- REFORCÇEAR: “A melhor forma de sobreviver é procurar cuidados cedo num centro de tratamento.”
Se ouvir: "O centro de tratamento é onde as pessoas vão morrer. Ninguém volta."
- RECONHEÇACER: "Sabemos que as pessoas já ouviram histórias assustadoras sobre centros de tratamento."
- CORRIJAGIR: "Nas epidemias recentes, mais de metade das pessoas que tiveram a doença do vírus Bundibugyo sobreviveu. As pessoas recuperam da doença do vírus Bundibugyo, especialmente aquelas que procuram cuidados precocemente. Os cuidados de apoio, incluindo reidratação e tratamento dos sintomas, melhoram significativamente a sobrevivência. A tua família será mantida informada da tua condição enquanto lá estiveres".
- REFORCEÇAR: "Ir cedo aos centros de tratamento oferece a melhor hipótese de recuperação. Perguntem aos próprios sobreviventes, pois são o testemunho mais poderoso."
Se ouvir: "Os remédios tradicionais podem prevenir ou tratar a doença do vírus Bundibugyo."
- RECONHECERÇA: "A medicina tradicional é importante nas nossas comunidades."
- CORRIJAGIR: “No caso da doença do vírus Bundibugyo,não há evidências de que os remédios tradicionais possam prevenir ou tratar esta doença. Ficar em casa em vez de ir a um centro de saúde pode ser perigoso e pode espalhar o vírus. O uso de práticas tradicionais em casa também coloca familiares e curandeiros em risco de infecção devido ao contacto directo com fluidos corporais”.
- REFORCEÇAR: "Os curandeiros tradicionais podem desempenhar um papel vital no incentivo à procura precoce de cuidados e ao apoio às famílias - sem se colocarem em risco".
Se ouvir: "O saco mortuário e os procedimentos de sepultamento não são honrosos."
- RECONHEÇACER: "Todos compreendemos a importância das práticas funerárias para a nossa cultura e religião"
- CORRIJAGIR: "Os corpos das pessoas que morrem devido à doença do vírus Bundibugyo são altamente infecciosos". São necessários procedimentos de sepultamento seguros e dignos para proteger a família e a comunidade de novas infeções.
- REFORCEÇAR: "As equipas de enterro vão falar com as famílias e tentar respeitar as tradições, mantendo todos seguros."
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